MoBiLiZa UNICAMP !!!

E a Educação, como é que fica?

Calendário de Greve

Veja estas charges!!


Fotos da Greve

terça-feira, 30 de junho de 2009

Termina a greve na UNICAMP

Em assembléia geral, promovida pelo DCE, os estudantes decidem por sair da greve.
Na FE votou-se por sair da greve em assembléia unificada no período da noite.
No IFCH há indicativo de retomada da greve no início de agosto, já que não dá pra fazer greve de pijamas.

Reposição de aulas e prazos na FE

Foi acordado em assembléia conjunta realizada hoje das 19:00 às 22:30 no Salão Nobre da FE o pedido de reposição de aulas, bem como a extensão dos prazos para entrega de trabalhos e provas.
De acordo com o calendário da DAC, é possível que o período seja extrapolado até a semana de estudos e até adentrar na semana de exames, caso seja necessário, dentro das burocracias da diretoria acadêmica.
Pedimos que haja negociações não impositivas, no entanto, está sendo elaborada e divulgada uma carta solicitando aos professores que extendam esse prazo para dar uma segurança aos alunos.

Em último caso, os alunos têm direito a pelo menos um exame final, caso não seja atendido o pedido de adiamento nas avaliações.

Hoje

Assembléia conjunta da FE
Pauta: Decisões e discussões sobre a greve
Local: Salão Nobre da FE
Hora: 19:00

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Mais uma maneira de mascarar a PRIVATIZAÇÃO da EDUCAÇÃO PÚBLICA

Temos que abrir nossos olhos para enchergarmos além do horizonte próximo...

Como dizem por aí, de boa intenção o inferno está cheio.

Terça - feira, 02 de Junho de 2009 14h00

Secretaria de Educação dobra número de parcerias com empresas

Parceria entre Secretaria e setor privado já beneficia 67 mil alunos.
O programa Empresa Educadora está crescendo. É o que mostra o levantamento feito pela Secretaria de Estado da Educação, que aponta aumento de 100% no número de parcerias entre empresas privadas e unidades da rede. Em 2007, somente 52 escolas participavam do projeto, esse número praticamente dobrou, chegando a 102 em 2009. O número de empresários parceiros também cresceu nesse mesmo período, de 29 para 48.
As empresas, após avaliação da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), órgão da Secretaria, auxiliam na ampliação, reestruturação ou modificação de escolas. Não existe um valor mínimo para investimento, e os recursos são repassados diretamente para a Associação de Pais e Mestres (APM) da escola. Em conjunto com a empresa, são decidas as prioridades, de acordo com as diretrizes educacionais da Secretaria de Estado da Educação.
Depois de um ano de projeto, a empresa recebe o Selo Empresa Educadora, outorgado pela Secretaria, reconhecimento como instituição ativa e socialmente responsável. O programa de parceria empresa-escola, que hoje atinge cerca de 67 mil alunos, se espelha no projeto-piloto iniciado em 1991, implantado em três escolas estaduais da favela de Paraisópolis (zona sul). A partir dessa experiência, outros empresários foram envolvidos e estabeleceram parcerias com outras escolas. Em 2005, esse modelo foi formalizado pela Secretaria Estadual da Educação de São Paulo por meio do Projeto Empresa Educadora, que hoje abrange todas as regiões do estado.

http://www.educacao.sp.gov.br/ (consulta em 24/06/09)


Não podemos depender de voluntarismo para garantir um direito garantido por lei. Há dinheiro, não há vergonha na cara daqueles que foram eleitos para cuidar para que nossos direitos fossem garantidos!
São Paulo é o estado mais rico da nação e é o que possui a pior rede de educação pública!

A questão que não quer calar é Para onde vai o dinheiro???
Já passou da hora de a sociedade se unir para pedir uma explicação!!

Estudantes, professores, funcionários, gestores, pais.

Que educação queremos?
Que educação temos direito?
Que valor damos à formação de nosso povo - formação de massa de manobra ou formação crítica?
A quem serve a precarização da educação pública (setor privado e/ou governo - formação de indivíduos politicamente dóceis e economicamente ativos)?

Sem estas e outras perguntas não podemos avançar. Chegamos ao limite do descaso e da inércia.

Você vai continuar de braços cruzados???

Nem sequer citam os estudantes da Unicamp

São Paulo, quarta-feira, 24 de junho de 2009

Servidores da Unicamp vão suspender greve
DA AGÊNCIA FOLHA, EM CAMPINAS
DA REPORTAGEM LOCAL
Professores e funcionários da Unicamp decidiram ontem, em assembleia, suspender a greve após a retomada das negociações com os reitores e a saída da Polícia Militar da USP, na segunda.
Os professores estavam parados havia uma semana.
A paralisação dos servidores -que completou ontem 25 dias- deve acabar oficialmente amanhã.
Segundo a direção da universidade, a greve teve adesão de 5% das duas categorias. Para o STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp), cerca de 40% dos servidores aderiram.
Na USP, professores, funcionários e alunos decidiram ontem manter a greve.
Na assembleia dos servidores, a decisão foi unânime; já na dos docentes, parte dos cerca de 200 presentes defendeu o fim da paralisação. Na avaliação desses professores, com a aproximação das férias, a mobilização tende a diminuir.
Hoje, os funcionários têm uma nova reunião de negociação com a reitora da USP, Suely Vilela. Por isso, não farão novos piquetes, o que deve manter a polícia fora da universidade por pelo menos mais um dia.
À noite, estudantes decidiram em assembleia que não negociam enquanto a reitora estiver no cargo.
Na Unesp, servidores decidiram ontem manter a paralisação, segundo o sindicato, em pelo menos dois dos nove campi em greve parcial: Araçatuba e Marília. Já os professores realizam suas reuniões nos 23 campi até o fim desta semana para decidir se mantêm a paralisação.A reivindicação nas universidades é de reajuste salarial de 16%, mais um extra de R$ 200 fixos. Os reitores oferecem 6,05%.

Palhaçada

Olhem como a mídia e nossos deputados são benéficos à sociedade.

24/06/2009 - 08h50 - São Paulo aprova leis para diminuir professores temporários
Publicidade
FÁBIO TAKAHASHIda Folha de S.Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u585579.shtml

A assembléia legislativa nunca foi tão ágil e eficiente. Aprovaram os PL's 19 e 20 e a LDO numa única semana, antes do ato que estava previsto para hoje, sem pedir licença à sociedade, sem discussão, sem debate e sabendo das críticas, desmobilizando assim o manifesto. Hoje haverá o manifesto em repúdio à aprovação em frente a ALESP - Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo

terça-feira, 23 de junho de 2009

Permanecemos em greve !!

É com grande pesar que informamos a saída da greve pelos funcionários da Unicamp (STU) a partir desta quinta-feira e dos professores da Unicamp (Adunicamp) a partir de hoje. As decisões foram tiradas em assembléias das categorias. Embora as palavras que Chico de Oliveira e Plínio de Arruda Sampaio tenham proferido(a nós estudantes e aos inúmeros professores presentes no auditório da Adunicamp logo antes da assembléia), tenham sido de coragem, entusiasmo e imaginação a favor de alcançar não o impossível, mas em busca daquilo que é considerado utopia pelos capitalistas, de garra, e em favor da construção coletiva de um projeto de educação pública de qualidade e para todos e não apenas a promoção de projetos de caráter paliativo que aos poucos tornam-se os projetos efetivos de educação do país(o que não acontece apenas neste âmbito).

E como dizia o o utro Chico, o Buarque de Holanda, "apesar de você, amanhã há de ser outro dia"

Outro dia de mobilização, pois os estudantes tiraram a continuidade em greve de toda a categoria, uma vez que não houve ganho algum!!

O que aconteceu foi que colocaram um bode e depois tiraram, e a sensação de alívio com a saída do bicho fez com que alguns ficassem satisfeitos com o "sucesso" conquistado. E pra dar nome aos bois, ou melhor, ao bode, a PM saiu do campus da USP, foi "dar uma volta no quarteirão", já que não há nada que a impessa de estar presente no campus a qualquer momento para qualquer fim "justificável".

Nós estudantes, que diferentemente das demais categorias, tivémos alguns avanços reais*, permaneceremos em greve!!

*Ampliação das discussões sobre educação pública, com especial ênfase sobre a Univesp e os PL's nos diversos institutos, aumento dos participantes e simpatizantes a cada novo dia de mobilização. O IFGW, IEL, FCM, IE, IA, IG, IB já participaram de discussões sobre a UNIVESP e inclusive os estudantes de medicina da FCM tiraram uma assembléia de estudantes e votarma por apoio ao movimento de greve. Lá descobrimos que boa parte dos professores da medicina não são na verdade docentes, são médicos contratados pela funcamp, terceirizados portanto !!
Na FE haverá discussão sobre os PAD's, PED's e os podes. No IFCH haverá discussão sobre qual a pós-graduação que queremos. Inúmeras outras atividades e conquistas estão sendo travadas, mas é só o começo!!

Na FE e no IFCH optou-se pela continuidade da greve em assembléias internas.

As atividades de greve continuam, vejam o calendário.

Além do exposto, a USP e a UNESP continuam mobilizadas em greve a partir das deliberações do fórum das 6:

Continuidade da greve;

- Quinta-feira (25/6), a partir das 14h, ato público na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), para discutir:
. Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO/2010), com ênfase para as propostas apresentadas pelo Fórum das Seis (33% da arrecadação de impostos para a educação pública, 11,6% do ICMS para
as universidades e 2,1% para o Centro Paula Souza);
. Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp);
. Democratização da estrutura de poder nas universidades estaduais paulistas.

- Segunda-feira (29/6): Durante a nova negociação marcada com o Cruesp, lançamento do Fórum pela Democratização das Universidades Estaduais Paulistas, envolvendo representantes da sociedade.

(Medidas acatadas pela USP e UNESP em assembléias)

Portanto, não vemos motivo para parar algo que nem sequer foi discutido no cruesp. As discussões sobre a Univesp estão previstas para a próxima segunda-feira.
  • A PM não esteve na USP durante as negociações, mas não temos nenhuma garantia de que ela tenha saído de fato ou que não vá entrar a qualquer momento.
  • A reitora ditadora continua.
  • Os reajustes salariais dos docentes e funcionários continuaram na mesma em relação à negociação anterior.
  • A oferta de cursos pela Univesp foi adiada na USP e a Unicamp está mais cautelosa quanto à sua entrada, mas a Unesp passa a oferecer curso de pedagogia agora em agosto.
  • Não houve contratação de professores
  • Não houve discussão alguma sobre o projeto de universidade.
Obs.:Os reitores dizem que não há como repassar verbas para os docentes pois o orçamento da universidade chegaria a 96% com folha de pagamento, no entanto isso só acontece porque a universidade está tendo que pôr "do bolso" o salário de aposentadoria dos professores aposentados, o qual foi devidamente "contribuido" pelos professores, mas não se sabe por que razões o dinheiro pago ao governo não tem sido repassado às universidades, as quais têm que arcar com o ônus do "desvio de verba pública".

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Negociação com Cruesp não tem avanço segundo stu

A reunião de negociação de Hoje (segunda-feira(22)) do Fórum das Seis com o Cruesp foi bastante tranquila e sem a presença da tropa de choque da Polícia Militar.
Porém a negociação não caminhou como os trabalhadores esperavam. O Cruesp não mudou a proposta oferecida durante a primeira reunião de reajuste de 6,05%. De acordo com o Conselho a questão orçamentária é o principal motivo que não permite uma nova proposta de reajuste.
De qualquer maneira, foi marcado para sexta-feira (26) uma nova reunião com a comissão técnica e para segunda-feira (29) reunião do Fórum das Seis com o Cruesp. Nesta reunião deverá ser tratado sobre o esclarecimento de alguns números apresentados na reunião de hoje e a negociação de outros pontos da Pauta Unificada.

Reflexões sobre a greve de 2002

Nesta Quarta-feira às 16h, no IFCH, será realizada uma discussão sobre as conquistas efetivas da greve de 2002, é muito importante nossa participação, não podemos deixar que o movimento seja desmobilizado sorrateiramente. Confira em nosso calendário de greve no início da página, e leia um relato a respeito aqui. (Também é possível encontrar mais documentos na barra lateral) e acessar o blog do IFCH (http://mobilizaifch.blogspot.com)

Ato na ALESP dia 23!

VOTAÇÃO DOS PL'S dia 23 de junho
Ato na ALESP.
Convocação

domingo, 21 de junho de 2009

UNIVESP - Qual o problema???

Curso à distância é o principal impasse entre governo e USP
Cruzeiro On Line

O curso à distância para formação de professores da Universidade de São Paulo (USP) é motivo de mais um desentendimento entre a instituição e o governo do Estado. O convênio para que o curso fosse oferecido por meio do programa estadual Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) no segundo semestre ainda não foi assinado porque as duas partes não chegaram a um acordo. Por causa disso, o curso só deve começar no ano que vem.Apesar de a não implementação de cursos a distância ser parte das reivindicações da greve na USP, que dura 46 dias, os problemas começaram antes. Governo e universidade concordam em apenas um ponto: o curso tem qualidade, deve ser implementado e os grevistas estão desinformados sobre ele. A discórdia vem do fato de professores da USP envolvidos no projeto considerarem que o governo pretende interferir no curso e usar as informações provenientes dele. "Só vamos assinar o convênio se for como entendemos que deve ser, não como o governo quer. Esse é um curso da USP, feito pela USP", afirma José Cipolla Neto, coordenador do novo curso..Segundo o secretário estadual de Ensino Superior, Carlos Vogt, a Univesp vai apenas viabilizar os cursos oferecidos pelas universidades, com apoio financeiro e tecnológico. "Deve estar havendo algum mal-entendido quanto àquilo que a secretaria deseja. A secretaria não tem competência para oferecer curso nenhum." Vogt confirma que a secretaria tem interesse em compartilhar o banco de dados que será produzido pelo curso - um dos itens dos quais a USP discorda. "Temos de fazer acompanhamento, avaliação, porque a secretaria é corresponsável pela iniciativa." A Univesp é um consórcio criado pelo governo que vai reunir cursos a distância de USP, Unesp e Unicamp para formação de professores. O curso da USP de Licenciatura em Ciências foi aprovado na instituição e os R$ 12 milhões de custo viriam do governo. A previsão era que começasse em setembro.(AE)

O Ensino à Distância na USP
CarosAmigos
Lincoln Secco (Professor do Departamento de História da FFLCH – USP)

Certa vez ouvi uma anedota que dizia mais ou menos assim: se Immanuel Kant
ressuscitasse em pleno século XXI, ele se espantaria com quase tudo, menos
com a escola. Ainda veria um professor, alunos, giz e lousa. Só agora
me dei conta que essa piada podia ter um conteúdo crítico. Afinal, por
que o ensino deveria ficar fora dos avanços tecnológicos que já dominam as
outras esferas da vida social?
O ensino à distância democratizaria o acesso à universidade a custo baixo
(sublinhe-se o custo baixo); acabaria com o ensino voltado somente para a
elite; e não seria aplicado indiscriminadamente (médicos e engenheiros
continuariam em ensino presencial).
Não precisamos perguntar por que uma maneira de ensinar mais barata serve
para formar professores e não para formar médicos. A resposta seria
evidente: professor é categoria que pode ser formada de qualquer jeito.
Também não é necessário indagar porque os alunos mais pobres (supostamente
beneficiados pela expansão das vagas de ensino à distância) merecem uma
forma no mínimo incerta de educação enquanto os supostamente mais ricos
continuariam no ensino presencial.
Talvez o problema não esteja na Univesp em si. E nem nos recusamos à
formação para o mercado. Na USP como em todo lugar, o aluno já é virtual
em si e por si mesmo. Ele é potencialmente uma mercadoria num mundo que é
uma imensa coleção delas. Ele será destinado a isso. Nossa diferença não é
gerar conhecimento crítico (embora o façamos), mas treinar para o mercado
os melhores produtores ou extratores de mais valia. Entre uma aula e
outra, às vezes questionamos isso tudo.
Numa Faculdade de Filosofia costumamos aprender que as formas de aparência
expressam não técnicas ou coisas, mas relações sociais. Por trás do
fetiche das técnicas, o processo ensino-aprendizagem continua a ser uma
relação social. Na sua etapa superior (e numa universidade de excelência
como a nossa) ocorre em salas de aula, laboratórios, hospitais etc. Mas
não só. Também nos gabinetes dos professores, nos anfiteatros, nos pátios,
nos cafés e lanchonetes, no bandejão, no Crusp, no ônibus lotado, na
piscina, nos corredores, nas plenárias e assembléias, nas festas, nas
greves, nos debates, nos seminários e congressos, nas rodas em que vicejam
as anedotas dos professores...
Como costumamos dotar a técnica mais nova de poderes mágicos, acreditamos
que ela pode substituir toda essa vivência.
Até o dolce far niente pode ser necessário ao estudante. Deitar na praça
do Relógio e ler Einstein, Keynes, Freud, Debord, Braudel, Darwin e outros
monstros pode (pasmem) ser uma experiência e tanto. Formar grupos de
estudos, comer e beber juntos, olhar nos olhos são atitudes que não podem
ser meramente “virtuais”.
Um exemplo: eu e alguns amigos jantávamos muito com o saudoso Professor A.
L. Rocha Barros, do Instituto de Física da nossa universidade. Ele contava
que um dia jogaram uma pedra na direção do aluno Fernando Henrique Cardoso
e Rocha Barros conseguira puxá-lo para si, salvando-o. “Como me arrependo
disso”, dizia o velho professor comunista jocosamente... Histórias como
essas desaparecerão para alunos formados à distância.
Talvez os idealizadores da Univesp tenham esquecido: a formação do jovem
não se resume ao conteúdo do ensino, seja numa sala de aula ou à frente de
um computador. Sendo uma relação social entre pessoas, mediada por uma
instituição como a nossa, negar às pessoas essa vivência universitária
seria o maior dos erros.
Não se nega que cursos de extensão, pós graduação lato sensu etc possam
ser à distância. Mas a formação básica na USP nunca poderá sê-lo. É
verdade que certas coisas se modernizam e supostos reacionários
empedernidos se agarram ao mundo perdido das escolas de Könisberg do
século XVIII. É mais ou menos como a mais velha relação humana: já existe
o amor virtual e há quem o prefira; mas é difícil acreditar que ele seja
melhor do que o concreto.

Eu juro que tentei fugir das questões políticas do movimento estudantil,
mas não consegui ...

FORA PM !!!!!

FORA SUELY!!!!

DEMOCRATIZAÇÃO DO PODER NA UNIVERSIDADE!!!!!